segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

PROBLEMAS SEXUAIS

HOMENS SUBMISSOS PODEM TER EJACULAÇÃO PRECOCE E DIFICULDADES DE EREÇÃO!


Arlete Gavranic

Chamo de homem-hiena aquele tipo que tem um comportamento de insistir na conquista de uma mulher, tendo muitas vezes uma postura de submissão gentil.

Lendo sobre a sexualidade dos animais mamíferos, achei muito interessante a relação de conquista entre as hienas. Ferozes, caçadores e carnívoros, no que se refere ao comportamento social e sexual, as fêmeas mandam. A matriarca, fêmea líder, dita as regras do grupo e os deveres de cada integrante.

Os machos são totalmente submissos às fêmeas, que chegam a ser 20% maiores e mais pesadas. Interessante pensar que as femeas são muito fortes e ‘machonas’. Até fisiologicamente temos que admirar, pois o clitóris da fêmea é semelhante ao pênis do macho, tanto que durante muito tempo, acreditava-se , erroneamente, que as hienas fossem *hermafroditas.

Conquista na parceria sexual

Como as fêmeas são dominadoras, os machos são sempre desprezados por elas. Quando uma fêmea entra no cio e um macho começa a rodeá-la, ele é mordido e posto para correr. Muitos realmente correm e não insistem em voltar. Mas aquele insistente, que se sujeita a ser mordido e maltratado, poderá ser aceito para ‘ficar’ com a ela. É como se ele fosse avaliado pela persistência e submissão, um sinal de que não abandonará a cria.

Muitos homens têm comportamento semelhante, eles são maltratados, não são valorizados pela parceira, às vezes são traídos, mas a submissão à mulher é muitas vezes assustadora.

Muitos são inteligentes, bem-sucedidos, mas emocionalmente dependentes, quase buscando uma força de comando maior. Olhando a história desses homens, encontramos na maioria das vezes a figura de uma mãe ou avó muito forte. Ele foi criado para ser forte e bem-sucedido na vida, mas dependente da aprovação de uma mulher. No inicio era a mãe ou a avó, mas na vida adulta uma mulher.

Édipo ou não, esses homens tendem a buscar mulheres fortes e decididas. Muitas vezes é nessa relação dependente que a submissão e a ansiedade aparecem com grande intensidade. A mãe e a avó aceitavam e amavam quase incondicionalmente…, se fosse obediente…, era recompensado ainda mais…

Mas a porca torce o rabo (muita ansiedade) na hora de conquistar outras mulheres, pois ali tem de haver uma conquista e uma aceitação que não é incondicional, o que os tornam muito mais vulneráveis a entrar em relações de dominação ou de co-dependência.

Como não foram treinados a desafios, a se autoafirmarem, a brigarem por seu ponto de vista, na relação com mulheres poderosas e autoritárias, buscando sempre aprovação por seus atos, passam a ter o comportamento de homem-hiena.

Perfil da mulher forte

Pode ser uma executiva, uma empresária, uma estudante ou uma mulher sem nenhum poder social, mas que é emocionalmente forte, decidida e mandona. Ele se submete aos seus ‘caprichos’, exigências e até ao seu desprezo, pois busca aceitação. Ele vira o parceiro bonzinho, que cuida e busca aceitação.

Esse comportamento inseguro pode trazer consequências à vida sexual desse homem, principalmente com quadros de ejaculação precoce e dificuldade de ter ou manter ereções satisfatórias.

Essas dificuldades podem se acentuar se a postura da parceira for autoritária e destrutiva nas possíveis tentativas dele querer melhorar.

Para amenizar isso, muitos casais com esse perfil precisariam de uma terapia de casal para que ela aprenda a valorizar a tomada de atitudes dele, e ele aprenda a reconhecer e impor suas vontades e qualidades.

Sexualmente esse casal pode viver muito bem se ambos passarem a ter atitudes de parceria, tanto na tomada de iniciativas como na não desvalorização do outro.

Homens-hiena podem se tornar depressivos se não forem valorizados. Para não chegar nisso, é importante que ele busque sua autoafirmação e reconhecimento para não cair em relacionamentos que alimentem ansiedade e insegurança.

Como já disse, essas questões emocionais, podem ajudar a desenvolver disfunções sexuais.

fonte: Vya Estelar

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Quem ama espera

QUEM AMA ESPERA!

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia. Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores). Para os casais que ficaram no meio do caminho – tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento – os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias. Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”.

Religiosidade

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

“Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele.

“Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.”

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America,acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.

“Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.”

Fonte: BBC

(COPIADO DO PAVABLOG)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ser Pai...

por Carlinhos Veiga


Coelho Neto escreveu que “ser mãe é padecer no paraíso”. Uma frase poética que mostra dois lados opostos de uma maravilhosa lida: padecimento e satisfação. Mas, e ser pai?

Ser pai é deter-se diante do mistério da vida e ousar participar dele. É experimentar com sua esposa esse processo divino de gerar, de fertilizar, de semear. Depois, regar, cuidar, dar atenção e sonhar. É lançar a semente e colher, nove meses depois, o fruto desse amor, fruto inquietantemente aguardado.

Ser pai é aprender o desapego de si mesmo. É aprender a domar o selvagem egoísmo e o “eucentrismo” que urra dentro de nós. É deixar-se doer de amor por aquela pequenina criatura, parte de você, que fragilmente espera por seu cuidado e por sua atenção. É morrer para seus “purismos” mais impuros, para renascer genitor.

Ser pai é aprender que a cumplicidade mãe e filho é algo inestimável e por isso saber colocar-se, principalmente nos primeiros anos do pequenino bebê, no seu devido lugar. Nesse tempo o pai é especialmente protetor e contemplativo da relação intensa entre os dois: o que esteve dentro, no útero, e a que o acolheu, no útero. O pai, nessa época, é alguém como que de fora. Faz parte da relação, mas não partilha das primeiras revelações íntimas pós-uterinas. À medida que os dias avançam, integra-se de maneira igualmente intensa e amorosa na relação filial. Assim, ser pai é saber cuidar sem ser cuidado, descobrir o ritmo do afastar-se e do aproximar-se, isso tudo sem ferir a si mesmo e ao outro, como que tomado pelo desvanecimento da exclusão e da inferioridade. Ser pai é não exigir para si o protagonismo da história da vida.

Ser pai é ver os filhos crescendo ao redor e tê-los como amigos. Todavia, ao mesmo tempo, ser pai é não negar-lhes a bênção do ensino e da orientação, por meio de conversas, beijos, abraços, “varas” e repreensões. Não repreender com dureza e ternura é o mesmo que deixar o filho à solta, à míngua, sem parâmetros que o nortearão para toda a vida. E o pior, sem essa expressão de amor jamais a criança conhecerá profundamente o Deus que é todo amor e todo justiça. O pai que se omite na criação se omite no amor e no cuidado. O dinheiro pouco pode realizar nessa área do relacionamento.

Ser pai é ver o tempo passar velozmente, testemunhar os meninos se tornando moços tão belos, tão rapidamente e trazer consigo aquele sentimento de incompletude: “eu poderia ter feito mais por eles…” Ser pai é ser assim: totalmente felicidade, totalmente dúvida. Ser pai é indagar-se no paraíso.

Fonte: via Irmãos.com

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Viver ou Juntar dinheiro?

(Max Gehringer)

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse
simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Que tal um cafezinho?

sábado, 30 de outubro de 2010

A Criação do Homem

A LENDA HINDU DA CRIAÇÃO DO HOMEM

Um Dia no paraíso, Eva fala ao criador:

- Senhor eu tenho um problema!

– Qual é o seu problema Eva?

- Eu sei que o senhor me criou, deu-me este lindo jardim, esses maravilhosos animais, essa serpente que é minha melhor amiga, mas eu não me sinto realmente feliz!

- Eva, mas por que isto?

Senhor, eu estou solitária, deprimida, já não agüento mais comer maçãs, e o papo da serpente é muito chato!

- Bem Eva, Eu posso criar um homem para você!

- Mas Senhor o que é homem?

- O homem é uma criatura defeituosa, com tendências agressivas, um ego gigantesco, incapaz de compreendê-la ou ouvi-la. Ele vai realmente dar muito trabalho a você, entretanto ele será mais forte, mais rápido, terá mais músculos, ele será muito bom para chutar bolas, caçar ruminantes indefesos, ler jornais, etc.

Você poderá usá-lo para abrir portas, trocar pneus do seu carro, carregar seus pacotes e pagar suas contas.

- Parece ótimo! Disse Eva, levantando ironicamente uma de suas sobrancelhas.

- Sim Eva, ele é melhor que a companhia de uma serpente, mas, você só poderá tê-lo com uma condição!

- E qual é essa condição Senhor?

Você deverá deixá-lo pensar que eu o fiz primeiro!

domingo, 10 de outubro de 2010

A criação da Mulher.

A LENDA HINDU DA CRIAÇÃO DA MULHER

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Conta-se, na Índia, esta lenda sobre a criação do homem e da mulher: Quando acabou de criar o homem, o Criador reparou que tinha usado todos os elementos concretos. Nada mais de sólido, maciço ou duro para criar a mulher. Depois de pensar muito tempo o criador tomou a redondeza da lua, a flexibilidade da trepadeira e o farfalhar da grama, a finura da cana e o desabrochar das flores, a leveza das folhas e a serenidade dos raios de sol, as lágrimas das nuvens e a instabilidade do vento, a timidez dum coelho e a vaidade dum pavão, a maciez da penugem de um pássaro e a dureza de um diamante, a doçura do mel e a crueldade do tigre, o crepitar do fogo e ófrio da neve, a tagarelice de um papagaio e o cantar de um rouxinol, a astúcia de uma raposa e a fidelidade de uma leoa. Misturando todos esses elementos não sólidos, o Criador fez a mulher e deu- a ao homem. Depois de uma semana, o homem voltou e disse: - Senhor, a criatura que me deste, faz a minha vida infeliz. Ela fala sem cessar e atormenta de tal maneira que não tenho descanso. Ela insiste em que lhe atenção o dia inteiro e assim as minhas horas são desperdiçadas. Chora por qualquer motivo e leva uma vida ociosa. Vim devolve-la porque não posso viver com ela. O Criador disse: Está bem! E tomou-a de volta. Depois de uma semana, o homem voltou ao Criador e disse: - Senhor,minha vida é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela, em como ela dançava e cantava, como me olhava, como conversava comigo e depois se achegava a mim. Ela era agradável de se ver e de acariciar! Eu gostava de ouvi-la rir. Por favor, dá-ma de volta! O Criador disse: Está bem. E a devolveu ao homem. Mas três dias depois o homem voltou e disse: - “Senhor, eu não sei! Não posso explicar, mas depois de toda a minha experiência com esta criatura, cheguei a conclusão de que ela me causa mais problema do que prazer. Peço-te, toma-a de novo! Não posso viver com ela!” O Criador respondeu: “Mas também não pode viver sem ela.” E virou as costas ao homem e continuou o seu trabalho. O homem desesperado disse: “Como é que eu vou fazer? Não consigo viver com ela e não posso viver com ela!” O amor é um sentimento a ser aprendido. É tensão e satisfação. É desejo profundo e hostilidade. É alegria e dor. Um não existe sem o outro. A felicidade é apenas uma parte do amor – isso é o que deve ser aprendido. O sofrimento também pertence do amor. Este é o mistério do amor, a sua própria beleza e seu próprio fardo. O amor é um sentimento a ser aprendido.

Do livro: "Amor, sentimento a ser aprendido" Walter Trobisch Editora ABU