sábado, 30 de outubro de 2010

A Criação do Homem

A LENDA HINDU DA CRIAÇÃO DO HOMEM

Um Dia no paraíso, Eva fala ao criador:

- Senhor eu tenho um problema!

– Qual é o seu problema Eva?

- Eu sei que o senhor me criou, deu-me este lindo jardim, esses maravilhosos animais, essa serpente que é minha melhor amiga, mas eu não me sinto realmente feliz!

- Eva, mas por que isto?

Senhor, eu estou solitária, deprimida, já não agüento mais comer maçãs, e o papo da serpente é muito chato!

- Bem Eva, Eu posso criar um homem para você!

- Mas Senhor o que é homem?

- O homem é uma criatura defeituosa, com tendências agressivas, um ego gigantesco, incapaz de compreendê-la ou ouvi-la. Ele vai realmente dar muito trabalho a você, entretanto ele será mais forte, mais rápido, terá mais músculos, ele será muito bom para chutar bolas, caçar ruminantes indefesos, ler jornais, etc.

Você poderá usá-lo para abrir portas, trocar pneus do seu carro, carregar seus pacotes e pagar suas contas.

- Parece ótimo! Disse Eva, levantando ironicamente uma de suas sobrancelhas.

- Sim Eva, ele é melhor que a companhia de uma serpente, mas, você só poderá tê-lo com uma condição!

- E qual é essa condição Senhor?

Você deverá deixá-lo pensar que eu o fiz primeiro!

domingo, 10 de outubro de 2010

A criação da Mulher.

A LENDA HINDU DA CRIAÇÃO DA MULHER

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Conta-se, na Índia, esta lenda sobre a criação do homem e da mulher: Quando acabou de criar o homem, o Criador reparou que tinha usado todos os elementos concretos. Nada mais de sólido, maciço ou duro para criar a mulher. Depois de pensar muito tempo o criador tomou a redondeza da lua, a flexibilidade da trepadeira e o farfalhar da grama, a finura da cana e o desabrochar das flores, a leveza das folhas e a serenidade dos raios de sol, as lágrimas das nuvens e a instabilidade do vento, a timidez dum coelho e a vaidade dum pavão, a maciez da penugem de um pássaro e a dureza de um diamante, a doçura do mel e a crueldade do tigre, o crepitar do fogo e ófrio da neve, a tagarelice de um papagaio e o cantar de um rouxinol, a astúcia de uma raposa e a fidelidade de uma leoa. Misturando todos esses elementos não sólidos, o Criador fez a mulher e deu- a ao homem. Depois de uma semana, o homem voltou e disse: - Senhor, a criatura que me deste, faz a minha vida infeliz. Ela fala sem cessar e atormenta de tal maneira que não tenho descanso. Ela insiste em que lhe atenção o dia inteiro e assim as minhas horas são desperdiçadas. Chora por qualquer motivo e leva uma vida ociosa. Vim devolve-la porque não posso viver com ela. O Criador disse: Está bem! E tomou-a de volta. Depois de uma semana, o homem voltou ao Criador e disse: - Senhor,minha vida é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela, em como ela dançava e cantava, como me olhava, como conversava comigo e depois se achegava a mim. Ela era agradável de se ver e de acariciar! Eu gostava de ouvi-la rir. Por favor, dá-ma de volta! O Criador disse: Está bem. E a devolveu ao homem. Mas três dias depois o homem voltou e disse: - “Senhor, eu não sei! Não posso explicar, mas depois de toda a minha experiência com esta criatura, cheguei a conclusão de que ela me causa mais problema do que prazer. Peço-te, toma-a de novo! Não posso viver com ela!” O Criador respondeu: “Mas também não pode viver sem ela.” E virou as costas ao homem e continuou o seu trabalho. O homem desesperado disse: “Como é que eu vou fazer? Não consigo viver com ela e não posso viver com ela!” O amor é um sentimento a ser aprendido. É tensão e satisfação. É desejo profundo e hostilidade. É alegria e dor. Um não existe sem o outro. A felicidade é apenas uma parte do amor – isso é o que deve ser aprendido. O sofrimento também pertence do amor. Este é o mistério do amor, a sua própria beleza e seu próprio fardo. O amor é um sentimento a ser aprendido.

Do livro: "Amor, sentimento a ser aprendido" Walter Trobisch Editora ABU

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Você já passou por tudo isso!

De Pai para Filho...

Quando derramar comida sobre minha camisa e esquecer como amarrar meus sapatos, tenhas paciência comigo e lembra-te das horas em que passei te ensinando a fazer as mesmas coisas

Se quando conversares comigo, eu repetir as mesmas histórias, que sabes de sobra como terminam, não me interrompas e me escute. Quando eras pequeno, para que dormisses, tive que te contar milhares de vezes a mesma estória até que fechasses os olhinhos

Quando estivermos reunidos e sem querer fizer minhas necessidades, não fiques com vergonha. Compreendas que não tenho culpa disso, pois já não as posso controlar. Penses, quantas vezes, pacientemente, troquei tuas roupas para que estivesses sempre limpinho e cheiroso.

Não me reproves se eu não quiser tomar banho, sejas paciente comigo.

Lembra-te dos momentos que te persegui e os mil pretextos que inventava pra te convencer a tomar banho.

Quando me vires inútil e ignorante na frente de novas tecnologias que já não poderei entender, te suplico que me dê todo o tempo que seja necessário, e que não me machuques com um sorriso sarcástico

Lembra-te que fui eu quem te ensinou tantas coisas. Comer, se vestir e como enfrentar a vida tão bem como hoje o fazes. Isso é resultado do meu esforço da minha perseverança.

Se em algum momento, quando conversarmos, eu me esquecer do que estávamos falando, tenhas paciência e me ajude a lembrar. Talvez a única coisa importante pra mim naquele momento seja o fato de ver você perto de mim, me dando atenção, e não o que falávamos.

Se alguma vez eu não quiser comer, saibas insistir com carinho. Assim como fiz contigo.

Também compreendas que com o tempo não terei dentes fortes, e nem agilidade para engolir.

E quando minhas pernas falharem por estar tão cansadas, e eu já não conseguir mais me equilibrar...

Com ternura, dá-me tua mão para me apoiar, como eu o fiz quando tu começastes a caminhar com tuas perninhas tão frágeis.

E se algum dia me ouvires dizer que não quero mais viver, não te aborreças comigo. Algum dia entenderás que isto não tem a ver com teu carinho ou com o quanto te amo.

Compreendas que é difícil ver a vida abandonando aos poucos o meu corpo, e que é duro admitir que já não tenho mais o vigor para correr ao teu lado, ou para tomá-lo em meus braços, como antes.

Sempre quis o melhor para ti e sempre me esforcei para que teu mundo fosse mais confortável, mais belo, mais florido.

Não te sintas triste ou impotente por me ver assim. Não me olhes com cara de dó. Dá-me apenas o teu coração, compreenda-me e me apoie como o fiz quando começastes a viver. Isso me dará forças e muita coragem.

Da mesma maneira que te acompanhei no início da tua jornada, te peço que me acompanhes para terminar a minha. Trata-me com amor e paciência, e eu te devolverei sorrisos e gratidão, com o imenso amor que sempre tive por ti.

Atenciosamente,

Teu velho Pai.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Tal Pai, tal filho!

PAI, ME ABRACE!

Oi pai, lembra de mim? Da maternidade? Nunca vi você antes, na verdade eu pensava que só existisse eu e a mamãe. Agora consigo perceber sua presença e sei que você mora com a gente. Peço a Deus que você não seja um pai ausente mas saiba se fazer sempre presente e me dar tudo o que eu realmente preciso. Infelizmente não nasci com um manual de instruções sobre “Minhas Necessidades Básicas”. Sei que você entende que eu preciso de comida, roupa, brinquedo e estudo, porém do meu pai eu preciso mais, preciso me sentir aceito e amado.

Preciso muito saber que você está perto de mim quando eu ficar com medo do escuro e do barulho do trovão, quando meu primeiro dentinho cair, quando eu passar a noite com febre. Preciso saber que você está me esperando no pátio do colégio até a hora da saída, no meu primeiro dia de aula na escolhinha. Quero sentir seu braço me segurando na hora de tomar as vacinas e quando eu tentar andar de bicicleta sem as rodinhas. Quero aprender com você a fazer minhas tarefas do colégio e quero ver sua alegria me aplaudindo durante a minha apresentação no dia dos pais.

Preciso que você gaste, diariamente, uma parte do seu precioso tempo para brincar e conversar comigo, só assim vou entender que eu também sou precioso e sou amado. Lembre-se que esse tempo é reservado somente para mim, não quero dividir sua atenção com um celular, um notebook ou um livro. Nesses momentos, preciso sentir que você me considera mais importante do que o resto mundo.

Pai, não quero suprir essas minhas necessidades com qualquer pessoa. Por favor, me ame e me abrace forte. Não quero ser o adolescente que aceita a amizade e as drogas do traficante porque seu pai não pára em casa para conversar. Também não quero ser a adolescente que ficou grávida do primeiro homem que deu a ela a atenção e o carinho que ela tanto precisava e não encontrou no seu pai. Entenda pai, ninguém nasce sabendo amar, preciso que você me ensine para que, quando chegar a minha vez de ser pai, eu não tenha dificuldade de amar e abraçar meus filhos.

Pai, sempre que eu acertar e fizer o que o senhor espera de mim, não se esqueça de me dizer: “Muito bem! É isso aí filhão! Você é bom nisso! Você é inteligente e esperto, vai ter grandes vitórias na vida”. Eu preciso muito ouvir essas palavras e se elas vierem de você terão muito mais valor para mim. Não se cale, me elogie bastante para que eu saiba que tenho valor e não me torne um adulto que se sente inferior diante dos outros. Não quero começar o jogo da vida já derrotado. Você deve evitar as críticas destrutivas a respeito das minhas fraquezas e defeitos mas não economize nas palavras de um elogio sincero.

Pai, quando eu precisar e merecer, por favor me discipline, me mostre que existe a palavra “não” e trate minha desobediência com um castigo ou com um tapinha adequado, para que eu aprenda a respeitar limites, mas faça isso de maneira que eu possa entender que você só está agindo assim por que me ama e se preocupa comigo. Prefiro ser corrigido por você agora do que ser preso e espancado quando adulto, por não saber respeitar o direito dos outros.

Enfim, pai, nunca se esqueça de dizer que me ama e de me abraçar com os seus braços e com o seu coração para que eu vença o medo e a solidão que há neste mundo egoísta e sem Deus. É através da demonstração do seu amor que eu posso conhecer um pouco do infinito e incondicional amor de Deus, o nosso Pai, em Jesus Cristo, e a infinita paz e segurança que vem da certeza de ser amado por Ele.

Alexandre Fonseca de Melo

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O que é um casamento?

CASAMENTO...

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a outra mulher. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a outra mulher profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a outra mulher.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nós casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a outra mulher sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse a outra mulher em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à outra mulher, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho... Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. Quando ela abriu a porta e eu lhe disse: "Desculpe, eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti: "Desculpe, eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

Ela então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a outra mulher para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Colaboração de: Rosemeire Madella Cerene Soares


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A CAIXA PRETA

Comunicação e relacionamento do casal, educação dos filhos, relacionamento sexual, são assuntos muito importantes dentro de um matrimônio. Porem a “caixa preta” de uma família é a administração do dinheiro.

Esta administração começa desde a “paquera” passa pelo namoro, pelo noivado, cerimônia de casamento, lua de mel e os anos que o casal estiverem juntos. Ela termina com a morte ou a separação dos cônjuges, aliás, continua mesmo depois destas tragédias. Em geral, a semelhança de um avião, a caixa preta só é aberta, em caso de acidente, tudo se destrói, somente ela é indestrutível e inviolável! Só é aberta depois da catástrofe para se descobrir à causa.

Construir um lar sobre a rocha, é obedecer aos princípios bíblicos no tratamento com o dinheiro e a administração dos bens materiais. Devemos abrir a caixa preta mês a mês e coloca-la sob a luz das escrituras e submete-la a um orçamento familiar cristão!

Qual o papel do dinheiro num matrimônio? O que fazer quando ele estiver faltando ou sobrando? O dinheiro, ou o amor a ele, é a raiz de todos os males?

Planejar o orçamento da família é falta de fé? Podemos desejar ganhar muito mais? O dinheiro é benção ou maldição? Estas são perguntas importantes para serem respondidas por cada um de nós.

Queremos construir nossa casa sobre a rocha, não queremos ter prejuízo nem ruínas no futuro. Quando vierem os ventos e tempestades, nossa casa estará firme e segura, protegida por nosso Deus.

Jasiel e Ivone Botelho

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dormir depois do sexo

COCHILADA DO MARIDO DEPOIS DO SEXO

Depois de uma boa relação sexual repleta de preliminares e carinhos, é bem comum o homem fazer uma coisa que a maioria das mulheres odeia: virar de lado e dar uma boacochilada. Mas não pense que isto significa que ele não gostou da sua performance ou não está a fim de ouvir o que você tem a dizer. Segundo a sexóloga Magda Gazzi, esta "soneca" se deve à prolactina, hormônio responsável por reduzir os níveis de testosterona no organismo. Ele é capaz de inibir o desejo sexual e desencadear a sonolência. "Na hora doorgasmo, há um aumento de prolactina. Ele atua no organismo ainda na fase de relaxamento e continua assim até uma hora depois da ejaculação. Por isso, os homens após o orgasmo, além do relaxamento causado pelo prazer, também sentem sono", explica. Mas a prolactina é somente o fim desse processo. "Tudo começa pela testosterona na fase do desejo. Depois ocorre o aumento da adrenalina e noradrenalina (responsável pelas sensações de humor, ansiedade, sono e alimentação) e da ocitocina (hormônio do amor) na fase da excitação", diz Dra. Magda. A passagem da fase do orgasmo para a fase da resolução é muito rápida para o homem. É como se eles descessem do topo de uma montanha-russa rumo ao relaxamento. "Na mulher essa passagem é mais lenta", lembra Magda. "A famosa cochilada pode acontecer quantas vezes forem os orgasmos naquele período. E devido ao desgaste físico que o sexo proporciona, esse cansaço pode ser acentuado e mais longo após algumas relações", completa. E acredite: essa cochilada traz muitos benefícios para o casal. Por meio dela, o organismo masculino se recupera da energia gasta durante o ato sexual e tem um tempo de preparação para uma nova relação sexual. E depois da cochilada, o homem torna-se uma caixa de surpresas. Isso porque a "segunda rodada" pode ser ainda melhor. Ou ser igual. "Após uma cochilada e um período de pequeno repouso, esse homem pode se sentir mais disposto ao sexo e, com isso, se dedicar mais às preliminares com sua parceria", conta Dra. Magda. O tempo médio desse momento relaxante, também conhecido como "período refratário", varia de homem para homem, sendo de minutos até horas ou dias. "Na mulher, essa ‘pausa’ não existe. Por esse motivo, a mulher pode estar preparada para uma nova relação sexual imediatamente e não sofre tanto essa influência do hormônio prolactina",

conta Dra. Magda.

Copiado de Vilamulher.terra.com.br